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A virada da América rumo ao fascismo e suas contradições

19 Setembro Escrito por  Prabhat Patnaik Lido 30166 vezes

face-homem Trump evitou criticar adeptos da supremacia branca. Líder da Ku Klux Kan agradeceu a "honestidade"

O fato de elementos fascistas nos EUA terem começado a erguer suas cabeças sinistras e de Donald Trump ter começado a mostrar sua simpatia aberta por tais elementos é confirmado por vários incidentes recentes. No sábado 12 de Agosto, num comício de adeptos da supremacia branca e neo-nazis em Charlottesville, Virgínia, pacíficos manifestantes anti-fascistas foram atacados pelos fascistas; um homem conduziu um camião sobre eles matando o ativista de direitos civis Heather Heyer e ferindo pelo menos 19 outros; e um professor afro-americano, De Andre Harris, foi espancado desapiedadamente com uma barra de metal apenas a poucos metros da sede da polícia de Charlottesville. A resposta inicial de Trump foi condenar a violência "de ambos os lados" mas evitou criticar adeptos da supremacia branca. Dois dias depois, devido ao protesto público sobre a sua ambivalência, ele afrouxou um pouco e criticou especificamente os adeptos da supremacia branca, mas mais uma vez na terça-feira recuou e insistiu que "havia culpa de ambos os lados". Estas últimas observações, não surpreendentemente, foram saudadas pelo antigo líder da Ku Klux Kan, David Duck, que agradeceu Trump pela sua "honestidade". E agora os adeptos da supremacia branca planejam comícios em várias cidades dos EUA

 

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

Última modificação em Terça, 19 Setembro 2017 22:16
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