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Petrobrás convida políticos para conhecer o FPSO carioca duas semanas antes da plataforma estar pronta

Publicado em 11/06/2021 Lido 905 vezes

FPSO tem capacidade de produzir 180 barris por dia de óleo e comprimir 12 milhões de m³/dia de gás

A Petrobrás está prevendo que o FPSO Carioca, será entregue pelo Estaleiro Brasfels em mais duas semanas. A plataforma de petróleo que está sendo construída pela em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio. O destino final da unidade será o campo de Sépia, no pré-sal da Bacia de Santos, onde começa a operar em agosto. O FPSO tem capacidade de produzir 180 barris por dia de óleo e comprimir 12 milhões de m³/dia de gás, a plataforma poderá estocar até 1,4 milhão de barris de petróleo bruto. Curioso e talvez inédito, o convite feito pela empresa para que políticos pudessem conhecer uma plataforma de petróleo às vésperas dela entrar em operação. Participaram da visita o prefeito de Angra, Fernando Jordão; a presidente da Comissão de Indústria Naval da Assembleia Legislativa do Rio, deputada estadual Célia Jordão; integrantes da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, os deputados federais Edio Lopes e Altineu Cortes, além de alguns vereadores do município. Na apresentação, as empresas mostraram a tecnologia aplicada nas obras e os avanços no setor de offshore de águas profundas, do qual a Petrobrás é líder.

Fernando Jordão, que está no quarto mandato na gestão de Angra dos Reis, disse que nunca havia recebido ligação da Petrobrás para conhecer de perto a operação. A presidente da comissão do setor na Alerj, Célia Jordão disse que era importante a aproximação da empresa com as lideranças que atuam na linha de frente pela retomada do setor naval: "Essa aproximação traz conhecimento e compreensão mais aprofundados sobre o tema para desenvolvermos um trabalho melhor e ajudarmos a alavancar esse segmento, para que sejam gerados novos empregos no estado. Colocamos em pauta a questão do conteúdo local, tão importante para a retomada da economia do mar da nossa indústria naval. Célia Jordão disse ainda que as empresas falam sobre as dificuldades de mercado em relação à tecnologia, infraestrutura, e falta de incentivo fiscal para torná-las mais competitivas.

Fonte: Petronotícias

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