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BNDES saindo da Petrobrás: mais um passo rumo à recolonização do Brasil

28 Janeiro Lido 1269 vezes

Estrangeiros poderão participar, caso venda seja aprovada por CVM e SEC

“Trata-se de mais uma etapa do projeto entreguista do tipo colonial que é apresentado sob a falácia da gestão de ativos”, o comentário é do presidente da AEPET, Felipe Coutinho, sobre sobre a oferta pública de ações da Petrobrás, feita pelo BNDES.

O banco estatal, que deveria tratar do desenvolvimento do Brasil, comunicou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que irá vender 734.202.699 de ações ordinárias de emissão da Petrobrás, de sua titularidade. A realização da operação depende de aprovação da CVM e da SEC (correlata da CVM nos Estados Unidos). 

O BNDES detêm 13,9% das ações da Companhia. E estas ações correspondem a 40,7% de todas as ações na carteira do BNDES. Concretizada a venda, a participação do governo na Petrobrás cairá para apenas 50,03%.

A oferta pública global tem valor de até US$ 5,6 bilhões (R$ 23,5 bilhões) e envolverá a alienação de até 9,86% das ações ordinárias (ON) da Petrobras, entre oferta base e “hot issue” (o lote adicional pelo qual a companhia pode elevar o volume de venda em até 20%, a depender da demanda pelos papéis). 

Última modificação em Terça, 28 Janeiro 2020 18:56
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