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Confira as publicações da AEPET em defesa da Petrobrás e da Soberania do Brasil

26 Novembro Lido 1266 vezes

Ao contrário do receituário neoliberal, AEPET vê estatal com a missão de promover desenvolvimento e justiça social

A AEPET tem publicado revistas com extenso material demonstrando, simultaneamente, a partir de dados irrefutáveis, a importância da Petrobrás para o desenvolvimento socioeconômico do País e os riscos que a estatal brasileira vem correndo com os constantes ataques de entreguistas que se autodenominam “liberais” na economia.

O acervo está disponibilizado em nosso site. Aqui você encontra os links de acesso e um breve resumo de cada uma das revistas. Os artigos são fundamentais para subsidiar aqueles que esperam e atuam por um Brasil soberano, desenvolvido e socialmente justo.

Veja a seguir:

O mito da Petrobrás quebrada
Claudio Oliveira e Felipe Coutinho
Maio/2017

Mito

No Brasil de hoje vemos as autoridades do governo federal, da Petrobrás e seus porta vozes da grande mídia repetirem mentiras sobre a Petrobras. Mas elas não se sustentam e o tempo revela que são falsas. Neste artigo, Felipe Coutinho, presidente da AEPET, e o economista Claudio Oliveira, perito em análise de balanços, demonstram que a ideia da “quebra da Petrobras” não passa de um mito.

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Avaliação dos ‘‘maus investimentos’’ e da corrupção na formação da dívida da Petrobrás
Claudio Oliveira e Felipe Coutinho
Junho/2017

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O mito da Petrobrás quebrada é alimentado pela lenda do endividamento ameaçador. O “terrível monstro” do endividamento teria sido alimentado pela corrupção e por maus investimentos. Ele estaria a ponto de quebrar a Petrobrás e a única alternativa seria privatizar os ativos da estatal a toque de caixa. Neste artigo, os autores estimam o impacto da corrupção e dos investimentos em ativos ditos improdutivos no endividamento da Petrobrás. E revelam a lenda da origem perversa do endividamento que alimenta o mito da Petrobrás quebrada e suporta ideologicamente o objetivo da privatização fatiada da estatal que é disfarçada pela meta da redução da alavancagem.

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Petrobrás é a maior vítima de fake News da História do Brasil
Felipe Coutinho e Gilberto Bercovici
Agosto/2018

fake

Segundo Barbosa Lima Sobrinho, a Petrobrás, desde a sua criação, foi mais que uma empresa pública. “Surgiu como emblema da nacionalidade, a sigla mística que podia abranger e reunir o maior número possível de brasileiros féis à sua pátria”, daí ter se tornado o alvo predileto dos entreguistas e daqueles que não pretendem transformar a sociedade brasileira, já que são beneficiários do modelo herdado da escravidão.

Aqui os autores Felipe Coutinho, Presidente da AEPET, e Gilberto Bercovici, Professor Titular de Direito Econômico e Economia Política da Faculdade de direito da USP, ponderam que a Petrobrás, desde sua criação, “sempre recebeu pedras” e advertências da mídia hegemônica de que enfrentaria “sérias dificuldades” econômicas e não resolveria o problema da falta de
petróleo. Era a origem das “fake news” contra a maior empresa do Brasil, que agora são usadas em escala industrial para desconstruir um modelo bem sucedido de fomento ao desenvolvimento e promoção da justiça social, como é, sem dúvida, o caso da Petrobrás.

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Falácia da privatização para redução da dívida da Petrobrás
AEPET
Março/2019

falacia

O artigo trata das privatizações no Sistema Petrobrás. Na visão técnica da AEPET, os ativos do Sistema Petrobrás e a atual situação econômica e financeira, demonstrada por uma forte e consistente geração de caixa, compatível com seus investimentos, garantem a resiliência do Sistema e a obtenção e manutenção de adequados indicadores econômicos e financeiros.

Dessa forma, a AEPET demonstra não haver necessidade técnica para privatização e venda de ativos estratégicos do Sistema para administrar e reduzir o seu endividamento.

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Importância do refino, do transporte e da distribuição do petróleo e de seus derivados para o Brasil e a Petrobrás
AEPET, Março/2019


refin

De acordo com os cenários de referência das instituições da indústria - Agência Internacional de Energia (IEA), Departamento de Energia dos EUA (DOE) – e publicações especializadas, o petróleo continuará sendo a principal fonte primária de energia do mundo, no horizonte 2040. Diante dessa realidade, a AEPET sublinha que a venda de refinarias, terminais e dutos reduziria a resiliência do Sistema Petrobrás, em vez de aumentar, como pregam os porta-vozes do neoliberalismo.

“O petróleo e seus derivados são recursos chave na geopolítica internacional e fundamentais para o complexo industrial-militar de defesa... A empresa integrada de petróleo e energia representa muito mais do que a garantia do suprimento nacional de combustíveis para o Brasil, mas assegura a resiliência empresarial necessária para esta indústria que é submetida à volatilidade do preço do petróleo, fixado em mercados financeiros internacionais e, em especial no caso brasileiro, à volatilidade do valor relativo da moeda nacional”.

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Proposta de nova política de preços do diesel para a Petrobrás
Felipe Coutinho
Abril/2019

Proposta

Através de Carta ao Caminhoneiro Brasileiro, o Presidente da AEPET, Felipe Coutinho, lembra que a Constituição Federal, em seu art. 177, estabelece que a produção, o refino, o transporte marítimo e por dutos, além das atividades de importação e exportação de petróleo e derivados são monopólios da União, que, por sua vez, pode contratar essas atividades com empresas estatais ou privadas.

“O atual presidente da Petrobrás diz que a solução (para o preço do diesel) é a privatização de metade das refinarias da Petrobrás. Mas isto implicará em desnacionalizar metade do parque de refino brasileiro, a pretexto de não ouvir mais falar de política de preços. Então, estamos assim, com preços mais altos que os custos de importação, apesar de se produzir e refinar no Brasil”, adverte Coutinho.

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Brasil e o ciclo extrativo do petróleo: Nova colônia em pleno século 21
Felipe Coutinho
Setembro/2019


ciclo

O Brasil está sendo submetido à exploração do tipo colonial, depois dos ciclos do pau-brasil, do açúcar, do ouro, prata e diamantes, do café, da borracha e do cacau, é a vez do ciclo extrativo e primário exportador do petróleo brasileiro. O autor nos lembra que existe relação entre o consumo de energia, o crescimento econômico e o desenvolvimento humano. E o consumo per capita de energia no Brasil é muito baixo, quase seis vezes menor em relação aos Estados Unidos e quase cinco em relação a Noruega.

“No entanto, o petróleo do Brasil tem sido exportado em volumes recordes, cerca de 1,2 milhões de barris de petróleo por dia, volume equivalente a 45% da produção de petróleo cru no país.

Enquanto se exporta o petróleo cru do Brasil, o país importa cada vez mais seus produtos refinados... O combustível brasileiro mais caro perde mercado para o importado, o que
resulta na ociosidade das refnarias da Petrobrás, em até um quarto da sua capacidade.

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Última modificação em Terça, 26 Novembro 2019 23:19
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