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Seminário da AEPET repercute na mídia

05 Junho Lido 3201 vezes

Matéria reproduz os fatos relevantes que mostram a relação dos EUA com o golpe que derrubou Dilma

O seminário realizado nesta terça-feira (5) pela AEPET, em parceria com o Clube de Engenharia, intitulado “O mito da Petrobrás quebrada, política de preços e suas consequências para o Brasil” já está repercutindo na mídia. A Rede Brasil Atual destaca que o referido mito "alimentou golpe, por domínio dos Estados Unidos". Segundo a matéria, a desnecessária vinculação dos preços dos combustíveis ao mercado internacional é mais uma evidência de que o governo Temer e gestão de Pedro Parente "nada mais fizeram do que implementar políticas de alto interesse de Washington".

O texto reproduz os fatos relevantes, apresentados em ordem cronológica pelo presidente da AEPET, Felipe Coutinho, que mostram a relação entre o golpe que derrubou Dilma Rousseff e a política da gestão Parente na Petrobras em benefício dos Estados Unidos, entre eles o treinamento de agentes judiciais brasileiros nos EUA, revelado por documento interno do governo norte-americano e vazado pelo WikiLeaks. 

Esses fatos se sucederam, segundo Coutinho, da seguinte maneira:

1 – Anúncio da descoberta do pré-sal, em 2006 (ainda no governo Lula)

2 – Primeira extração do pré-sal, no campo de Tupi, atual Lula (novembro de 2017)

3 – Roubo de notebooks e HDs da Petrobras (janeiro de 2008)

4 – Reativação da Quarta Frota dos EUA (abril de 2008)

5 – Governo anuncia projeto de regime de partilha do pré-sal (agosto de 2009)

6 – EUA treinam agentes judiciais brasileiros (outubro de 2009)

7 – Reunião de executiva da Chevron (Patricia Pradal) no consulado dos EUA sobre a reversão da Lei da Partilha (dezembro de 2009)

8 – Protestos de junho de 2013

9 – Brasil e Petrobras são alvos de espionagem dos EUA (2013)

10 – Operação Lava Jato e "cooperação internacional" (março de 2014)

11 – Golpe do impeachment de Dilma Rousseff (maio de 2016)

12 – Temer assume agenda das multinacionais do petróleo (a partir da maio de 2016)

13 – Nova política de preços da Petrobras, exportação de petróleo cru, importação de derivados e ociosidade do refino no Brasil (desde outubro de 2016)

14 – "Parcerias estratégicas", o novo codinome da privatização dos ativos da Petrobras (desde 2016)

15 – Pagamento de US$ 2,95 bilhões aos acionistas da Petrobras nos EUA (janeiro de 2018)

16 – Pré-sal representa mais de 50% da produção brasileira de petróleo (2018)

Clique aqui para ler a matéria na íntegra

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