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Maranhão: "Vender refinarias é entregar metade do sexto maior mercado de derivados do mundo"

30 Outubro Lido 1896 vezes

Artigo 219 da Constituição estabelece que o mercado interno é patrimônio nacional

Em sua participação na série debates promovida pelo vereador carioca Leonel Brizola Neto (PSOL) nas redes sociais, o diretor Jurídico da AEPET, Ricardo Maranhão, alertou para a grave ameaça representada pela venda das refinarias da Petrobrás, que processam 400 milhões de barris por ano. "Metade do mercado brasileiro de derivados de petróleo estará sendo entregue. E o Brasil é o sexto maior mercado do mundo. O Artigo 219 da Constituição estabelece que o mercado interno é patrimônio nacional, fundamental para qualquer país que queira se desenvolver", destacou.

Maranhão afirmou que meios de comunicação que vivem de propaganda não podem ter postura nacionalista. "A Petrobrás sempre foi vítima dos entreguistas do patrimônio nacional. Nasceu da maior mobilização da história do País, mas sempre foi perseguida por aqueles que não querem um Brasil soberano".

Ele reiterou a mensagem da AEPET de que é uma falácia a ideia de que a empresa precisa vender ativos para equacionar sua dívida. "Mais de 70% da redução da dívida vem ocorrendo com a geração de caixa, não com a venda de ativos". 

Para o diretor Jurídico da AEPET a excessiva concentração nos meios de comunicação se tornou ameaça à democracia, sobretudo em um país que historicamente não priorizou a educação. "Na medida em que se dá pouca informação e se massifica a informação deturpada, constroi-se uma opinião pública desinformada e não há democracia verdadeira".

Clique aqui para assistir

Última modificação em Sexta, 30 Outubro 2020 21:45
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