Rio de Janeiro,

    Você acredita que o programa de desinvestimento da Petrobrás poderá salvar a empresa do déficit?


    AEPET Direto

    AEPET DIRETO (30-09-08)

    Data: 29/09/2008 
    Arquivo : 5800_aepet_direto_300908_10708.htm

    DESTAQUE

    `O DÓLAR ACABOU`, AVALIA CARLOS LESSA

    Claudio Leal

    (Terra Magazine)

    Ex-presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o economista Carlos Lessa nada na contra-corrente do comissariado federal: identifica riscos imediatos para a economia brasileira, com o agravamento da crise nos Estados Unidos.

    Congressistas democratas e republicanos se reuniram ontem com o presidente dos EUA, George W. Bush, para discutir o pacote anticrise. Participaram do encontro os candidatos à Casa Branca, Barack Obama e John McCain. A proposta do Tesouro americano prevê US$ 700 bilhões para a compra de títulos de risco. O acordo final ainda não foi fechado.

    Para Lessa, `o dólar acabou` e seria preciso que um novo `Bretton Woods` estabelecesse novos parâmetros para a economia mundial. Em entrevista a Terra Magazine, expõe:

    - Só tem um jeito. A Rússia já propôs, e a França também: reunir as potências do mundo e definir um novo acordo de Bretton Woods. O dólar acabou. Mas o problema é o seguinte: os Estados Unidos não vão deixar que o dólar acabe... O que os americanos vão tentar fazer é distribuir essa conta pelo mundo inteiro.

    O economista demonstra segurança ao defender que `a crise está entrando no Brasil`, apesar da tranqüilidade alardeada pela equipe do presidente Lula. O modelo de crescimento nacional, em sua opinião, está fundado em bolhas de crédito - e direciona a atenção aos créditos fáceis na venda de automotores. Faz outro diagnóstico:

    - Pra você ter uma idéia: as empresas no Brasil tomam 10% do total de crédito de empresa no exterior. Só que os bancos do exterior pararam de emprestar. Por que o Banco Central reduziu os depósitos obrigatórios dos bancos? Sabe por quê? Para tentar gerar um espaço de crédito para essas empresas que não têm mais crédito. Quem diria que um país tupiniquim, com doutor (Henrique) Meirelles todo-poderoso, pagando os mais altos juros do mundo, que tem US$ 207 bilhões na reserva, ia ter que fazer isso? LEIA MAIS

    NOTÍCIAS

    DIA 7/10: REUNIÃO DOS PARTICIPANTES DA PETROS, NA ABI

    O conselheiro deliberativo da Petros, Paulo Teixeira Brandão, conclama a todos os participantes do plano a comparecerem em massa na reunião do dia 07 de outubro próximo, às 14 horas, na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), que tratará dos assuntos referentes à defesa dos direitos adquiridos dos participantes aposentados ou pensionistas. `É da maior importância para a garantia da sobrevivência da nossa dignidade, enquanto participantes aposentados ou pensionistas e da digna manutenção futura de nossas famílias, que dediquemos pelo menos um dia de nossa existência para comparecermos em reunião convocada para debater esse tema`, conclamou Brandão. Ele informou, ainda, que o advogado Antonio Castagna Maia estará no encontro para prestar esclarecimentos sobre o atual estágio das conseqüências jurídicas decorrentes da recente decisão, ainda em primeira instância, proferida nos autos da Ação Civil Pública, que trata da dívida da Petrobrás para com a Petros. O processo de `repactuação` também estará na pauta de discussão. As lideranças sindicais, de associações e integrantes do CDPP (Comitê em Defesa do Plano Petros) também prestigiarão o encontro. Local: ABI - Rua Araújo Porto Alegre, 71 – 9º andar, Auditório Oscar Guanabarino – Centro – Rio de Janeiro. (Redação)

    LEI DO GÁS

    Depois de aprovado, na Câmara de Deputados, o projeto de lei sobre o gás, sofreu atrasos na sua aprovação no Senado por causa do parecer do Relator, Senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), que é contra a permissão da Petrobrás de abastecer diretamente as suas refinarias e fábricas de fertilizantes e cria um monopólio das concessionárias estaduais de distribuição de energia. Estas companhias privadas também ficam encarregadas de intermediar a importação de gás natural pelas empresas como a Petrobrás para o consumo próprio. Para Jarbas Vasconcelos esta exceção é um favorecimento à Petrobrás, mas a grande realidade é que estas mudanças do projeto no Senado Federal resultam na criação de um oligopólio privado no setor de distribuição de gás, que ficará nas mãos das concessionárias. (Estado de São Paulo/Jornal do Commercio/Redação).

    PETRÓLEO & POLÍTICA

    NOVA CONSTITUIÇÃO DO EQUADOR

    Numa ampla vitória política de Rafael Correa, os eleitores equatorianos aprovaram neste domingo (28/9) a nova Constituição com ao menos 65% dos votos, segundo uma projeção e pesquisas de boca-de-urna. O resultado abre cominho para um processo de reforma de todas as instituições e assegura ao presidente equatoriano a possibilidade de ficar no poder até 2017. Com 444 artigos e 30 disposições transitórias, a nova Carta amplia os poderes do Executivo, que poderá até dissolver o Congresso, institui a reeleição presidencial, reorganiza a divisão político-territorial e estabelece a união civil homossexual, entre outros pontos. `Hoje, o Equador decidiu-se por um novo país. As velhas estruturas foram derrotadas`, declarou Correa logo depois de conhecer os primeiros resultados, em Guayaquil. O processo de `refundação do Equador`, como é denominado por Correa, prossegue agora com a convocação de eleições gerais para os cargos eletivos do país – incluindo o de presidente da República. (Jornal do Commercio/Tribuna da Imprensa/Redação)

    NOVO SIVAM

    Um projeto de Vigilância do mar territorial brasileiro similar ao Sivam (Sistema de Vigilância da Amazônia) para garantir as nossas riquezas em uma área de 4,5 milhões de quilômetros quadrados no Atlântico Sul, sob controle do Brasil, é um objetivo do Comando da Marinha. Um amplo plano para reequipar a defesa do território marítimo brasileiro, de 2008 até 2014, com a compra de 27 navios de 500 toneladas, além de torpedos, sensores e radares, helicópteros, a construção de um submarino convencional e que segundo as autoridades de defesa devem custar US$ 2 bilhões. Além da defesa nacional, o projeto de vigilância também servirá para alerta contra tempestades e ciclones que eventualmente cheguem ao território brasileiro (O Estado de São Paulo)

    CRISE DOS EUA

    O pacote do governo Bush de US$ 700 bilhões para resolver a crise financeira mundial foi rejeitado pelo Congresso dos EUA e aumentou a tensão nos mercados em todo o planeta. O índice Bovespa chegou a cair mais de 10% e o pregão acabou suspenso pelo sistema eletrônico que paralisa as negociações com queda de mais de 10%. Em todo sistema financeiro internacional o movimento foi de baixa acentuada nos pregões com a estimativa de uma piora na economia em todo o mundo. Mesmo se o plano do governo dos EUA fosse aprovado as perspectivas seriam sombrias, pois este caos capitalista tem sua origem nos fundamentos do sistema com a crise do subprime no setor habitacional norte-americano. Nos EUA e na Europa os Bancos Centrais estão a todo o momento injetando bilhões de dólares na economia, mas o problema maior desta convulsão das finanças globais é que é uma crise de confiança com a diminuição do crédito em todo o planeta. O estouro da jogatina nos papéis e títulos para criar uma euforia consumista na maior economia do mundo foi por água a baixo e certamente levará o mundo a um processo recessivo na expansão do crescimento e poderá a criar perdas trilionárias nas finanças internacionais que em um ano já torraram US$ 16 trilhões nas Bolsas de Valores em todo o mundo, segundo o cálculo do próprio mercado financeiro. (O Globo Online/Folha Online/Redação)

    CRISE MUNDIAL

    O mercado financeiro internacional não está acreditando que as medidas dos governos irão debelar a crise das finanças da economia global. O pacote de US$ 700 bilhões do governo Bush para salvar os bancos vai ser aprovado pelo Congresso dos EUA, mas os mercados estão repercutindo negativamente às medidas com as bolsas de valores de todo o planeta caindo. Os Bancos Centrais de vários países estão injetando dinheiro para dar liquidez às instituições financeiras e são bilhões de dólares para salvar os bancos da falência. O Banco Central da Inglaterra já nacionalizou alguns bancos para estancar a crise de liquidez e outras autoridades monetárias européias estão fazendo o mesmo nos seus mercados. As fusões e aquisições bancárias estão se multiplicando na Europa e nos EUA com instituições mais fortes adquirindo por preços mais baratos, se valendo da quebradeira geral das finanças globais. Estes pacotes dos governos nos mercados financeiros estão longe de resolver a crise de crédito, uma vez que esta crise capitalista é de confiança nos fundamentos da economia em que, segundo o mercado, já foram torrados US$ 16 trilhões em um ano de turbulências desde julho de 2007. O grande problema do atual caos no sistema financeiro é que o crédito está em colapso em todo o mundo por causa da inadimplência das hipotecas nos EUA que se alastraram pelas finanças mundiais e sem crédito o capitalismo não existe e os empréstimos mais afetados são os interbancários que estão com juros nas alturas por causa da quebradeira generalizada dos bancos. (Folha de São Paulo/ Valor Econômico/Redação)

    A FACE OCULTA DA GLOBALIZAÇÃO

    Esta tecnocracia supranacional é responsável pelo controle de todo conjunto de estruturas econômicas, políticas, sociais, públicas e militares e que conformam uma matriz que se concentra também sobre um conjunto de entidades e organizações públicas e privadas que distribuímos da seguinte maneira: 1) FINANÇAS - Todo o sistema bancário e financeiro, que abrange as bolsas, operadores de câmbio e fundos de investimento, bancos em geral, as grandes seguradoras e resseguradoras. Estas se concentram no setor privado, mas também abrangem entidades públicas ou semipúblicas, como o banco central, particularmente o Banco da Reserva Federal (FED) estadunidense, os bancos centrais europeu e japonês e o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e os Export-Import Banks em distintos países. 2) INDÚSTRIA - O conjunto das grandes empresas e entidades de produção industrial: manufatura, alta tecnologia, eletrônica, energia, petróleo e gás, infraestrutura, construção, aeroespacial, automotriz, entre outras, e que formam o conhecido ranking de Fortune 1000. Também inclui as estruturas empresariais de pesquisa e desenvolvimento tecnológico e científico. 3) Meios de Difusão de massa; todas as grandes cadeias de rádio e TV, imprensa, editoriais, agências de publicidade, produtores de programas e entretenimentos, cadeias de cinemas etc. 4) GOVERNO - Os postos e entidades chaves nos três ramos do governo, particularmente no poder executivo, a nível federal e em certos casos a nível estadual e municipal. Abrange cargos governamentais de máxima importância, como de presidente e/ou vice-presidente, os secretários (ministros) de Estado, do Tesouro, da Defesa, e a chamada `Comunidade de Inteligência`: a CIA, o FBI e o FEMA - Federal Emergency Management Agency, entre outras. (Livro: `El cérebro Del mundo: La cara oculta de la globlaizacion`; de Adrian Salbuchi – Página 84-85) – (Redação)

    COTAÇÃO DO PETRÓLEO

    O preço do petróleo recua mais de 7% nesta segunda-feira (29/9) com os investidores temerosos quanto à expansão da crise financeira dos Estados Unidos. Uma possível queda da demanda do petróleo e o fortalecimento do dólar frente a outras divisas forçam a queda da cotação. Às 13h07 (horário de Brasília), na Bolsa Mercantil de Nova Iorque, os contratos do barril de petróleo cru para entrega em novembro desvalorizam 7,35%, para US$ 99,03, em relação ao fechamento de sexta-feira, ao persistirem as incertezas sobre o efeito que o plano de resgate financeiro do governo dos Estados Unidos terá sobre a economia e, por conseqüência, na demanda do petróleo e dos combustíveis. O barril do petróleo do tipo Brent, de referência na Europa, também caía hoje mais de US$ 5 na ICE (Bolsa Intercontinental de Futuros, na sigla em inglês). Assim, o barril do Brent para entrega em novembro valia US$ 98,05 em Londres às 11h15 (Horário de Brasília). (Folha Online/Redação) CONFIRA A EVOLUÇÃO DOS PREÇOS DO PETRÓLEO

     

    ARTIGOS

    A GRANDE MENTIRA

    Mauro Santayana

    (Jornal do Brasil)

    As manifestações populares contra a ajuda do Tesouro aos ladrões de Wall Street (o qualificativo é de Timothy Egan, em artigo publicado na última quarta-feira pelo New York Times) revelam que os Estados Unidos se encontram divididos, mais do que nunca, entre ricos e pobres. Os sacrifícios recairão, como sempre, sobre os que trabalham e produzem bens tangíveis, não sobre os que tiram lucros das nuvens.

    A grande bolha, inflada pela mentira, não é a dos empréstimos hipotecários; é o próprio mercado financeiro. Relembremos a maior lavagem cerebral da história, mediante o alinhamento dos formadores de opinião (menos alguns) na refundação, nos anos 90, do velho liberalismo, alicerçada na ficção de que o Estado deveria retirar as rédeas sobre a economia e deixá-la entregue às `leis` do mercado. Com essa desregulamentação, de acordo com Egan, `Wall Street recebeu luz verde para atuar como um cassino`.

    Em meados da década de 70, diante da crise do petróleo, as teses de Friedrich Hayek, de 1944, contra a intervenção do Estado no mercado e o planejamento keynesiano da economia, passaram a ser rediscutidas. Enfim, o que se contestava era o welfare state, que taxava os lucros do capital em favor da sociedade. Essa política distributiva fora conquista dos trabalhadores do Ocidente, amparada na Revolução Soviética. Os países capitalistas se viam obrigados a ceder um pouco, a fim de conjurar a revolução mundial.

    A crise da malograda globalização dos anos 20 eclodiu na queda da Bolsa de Nova York em 1929. A bancarrota, associada à grande desigualdade social daqueles anos, levaria Roosevelt, ao assumir o governo em 1933, à intervenção vigorosa - e planejada - no mercado, com a regulation até mesmo do funcionamento de lavanderias. Com isso, ele reergueu a economia e preparou a nação para a II Guerra Mundial.

    Embora cercado de intelectuais destacados, o então governador de Nova York e futuro presidente tinha ouvidos mais atentos para um homem aparentemente inexpressivo, modesto assistente social, Harry Hopkins. Hopkins levara para o governo a solidariedade para com o povo trabalhador e miserável da América. Do diálogo entre os dois nasceria – antes mesmo que Keynes publicasse sua teoria sobre o emprego, os juros e o dinheiro – a arquitetura do New Deal, primeiro no Estado de Nova York, com o programa de ajuda aos desempregados, e, mais tarde, na Casa Branca, com a `Lei de Reconversão Industrial`. Os economistas, que participaram do planejamento da revolução rooseveltiana, colocaram sua inteligência acadêmica a serviço de uma férrea vontade política. LEIA MAIS

    AGENDA

    FAIXA LIVRE

    O programa `Faixa Livre` (1360 kHz AM-Rio), das 8h às 10h, promove entrevistas e debates sobre a situação política e econômica do Brasil e do mundo. Convidados: o economista Adhemar Mineiro; o presidente Sindicato dos Médicos, Jorge Darze; o presidente do Sindicato dos Bancários, José Alexandre da Costa; o presidente da OAB/RJ, Wadir Damous; entre outros. O Programa Faixa Livre é uma iniciativa democrática de um conjunto de entidades - associativas, sindicais, profissionais - que se irmanam na luta por um Brasil socialmente mais justo, politicamente mais democrático e, enquanto Nação, mais soberano. Criado em dezembro de 1994, desde então é veiculado pela rádio Bandeirantes AM 1360. De segunda a sexta-feira, das 8 às 10h. Você pode ouvir o programa também pela Internet (www.programafaixalivre.org.br). Correio eletrônico: faixa.livre@yahoo.com.br

    CONTRIBUA COM O MODECON

    O Modecon (Movimento em Defesa da Economia Nacional) foi fundado, em 1989, pelo saudoso jornalista Barbosa Lima Sobrinho. Atualmente é presidido pela médica e testemunha ocular da épica campanha `O Petróleo é Nosso`, Maria Augusta Tibiriçá Miranda. O Modecon defende os interesses nacionais e promove diversas palestras e debates, ininterruptamente, desde a sua fundação. `Estamos num contexto mundial, de globalização, que abala os países periféricos e, por isso, precisamos combater o inimigo principal, que é o imperialismo`, ressaltou a presidente do Modecon, Maria Augusta, durante o discurso de abertura da solenidade que marcou os 17 anos de atividade da instituição, em 2006, na ABI. A colaboração de todos os brasileiros é importante para a manutenção do movimento. As contribuições poderão ser depositadas na conta do Modecon: Unibanco, agência 0159, conta corrente 119539-9.

    LIVROS À VENDA

    O DESPERTAR DO NATIVISMO BRASILEIRO

    A obra de Edson Monteiro, editada em dois volumes (Século XVII e século XVIII), não apenas desnuda criticamente a verdade histórica da colônia portuguesa daquelas épocas, mas, principalmente, ressalta a origem da herança de submissão colonialista que permanece, com roupagens variadas, no comportamento brasileiro da atualidade: `Não bastaram as `benesses` da natureza no solo pátrio para fazer com que o povo brasileiro lutasse ou permanecesse lutando para conquistá-las no seu interesse. De uma forma ou de outra, volta e meia, a Nação se vê escravizada por opções assistidas e referendadas por suas elites, num ciclo imutável que perdura desde o pau-brasil ao petróleo do pré-sal, para não falar da Amazônia`. Os dois livros, pois, compreendem um trabalho merecedor de análise, escrito em linguagem acessível, mesmo aos mais jovens, aqueles brasileiros que, em grande parte, têm a capacidade de interpretação dos fenômenos históricos e as opções políticas que deles dependem prejudicadas pela falsa verdade das obras escritas pelo colonizador ou por seus sucessores de ocasião. O 1º volume da obra mereceu o prêmio Daniel Winz, da União Brasileira de Escritores (UBE-RJ), na categoria Ensaio Histórico Social de 2006. A AEPET tem divulgado esse trabalho entre os leitores do AEPET DIRETO e do Informativo Mensal AEPET NOTÌCIAS, numa atitude de abertura à discussão democrática das questões de interesse do povo brasileiro, mesmo aquelas constantes de sua remota história. Cada um dos livros pode ser adquirido na AEPET, por R$ 24.


    Av. Nilo Peçanha, 50 - Grupo 2409 - Centro - Rio de Janeiro-RJ CEP: 20020-100
    Telefone: 21 2277-3750 - Fax 21 2533-2134
    Mapa do site Compartilhe