Rio de Janeiro,
Em defesa da PETROBRÁS

Existe alternativa para reduzir a dívida da Petrobrás sem vender seus ativos

Data: 28/01/2017 
Autor: Rogério Lessa Benemond

O presidente da AEPET, Felipe Coutinho, e o economista José Carlos de Assis produziram estudo que torna evidente o erro estratégico de vender ativos para, supostamente, equacionar o problema do endividamento da Petrobrás. "Na medida em que vende ativos a empresa reduz sua capacidade de pagamento da dívida no médio prazo e desestrutura sua cadeia produtiva, em prejuízo à geração futura de caixa", afirmam os autores.


"Na alternativa estudada, a partir de parâmetros públicos da Petrobrás, sem vender um único ativo, a alavancagem poderia cair de 4,5 para 3,1 em 2018, indicador inteiramente razoável. A amortização anual da dívida, com recursos de parte da geração de caixa, resultaria na redução da alavancagem para 2,5 em meados de 2021", contabilizam, acrescentando que o estudo é conservador na medida em que não contabiliza a geração de caixa adicional pela preservação dos ativos rentáveis que se pretende vender até 2018.


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