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Solução para a Petros passa pela cobrança de dívidas da patrocinadora

Data: 18/02/2016 
Autor: Rogério Lessa

Publicamos nesta edição a resposta do conselheiro eleito da Petros e diretor de Comunicações da AEPET, Ronaldo Tedesco, ao repórter Antonio Victor Pita Luz, do jornal o Estado de São Paulo, que está produzindo matéria sobre a nova política de investimentos da Petros, aprovada em janeiro. 

 

Esta nova política foi objeto de artigo de Tedesco e Silvio Sinedino, também conselheiro eleito e diretor da AEPET, publicado em nosso site no último dia 15 de fevereiro e veiculado no AEPET Direto. No texto, os conselheiros criticam os investimentos anteriores e a falta de resposta dos dirigentes do fundo de pensão da Petrobrás aos inúmeros questionamentos dos representantes escolhidos pelos petroleiros.

 

O artigo dos conselheiros avalia as novas diretrizes e destaca que a saída para o déficit técnico da Petros começa pela apuração transparente e pela cobrança das dívidas da patrocinadora Petrobrás para com o fundo de pensão.

 

Leia a seguir a resposta de Ronaldo Tedesco ao jornalista, que solicitou uma posição oficial sobre as mudanças em andamento. 

 

“A mudança aprovada pelo Conselho Deliberativo na atual política de investimentos da Petros aponta para um caminho diferente do que vimos até agora.  Mas não é garantia de que serão realizadas escolhas mais criteriosas nem que as metas serão perseguidas nem que as pressões poderão ser evitadas. Não nos impressionamos com promessas. Precisamos de atitudes firmes. Caso contrário, o que estamos vendo é somente mais do mesmo."

 

A Petros precisa cobrar as dívidas que a Petrobras mantém com o Plano Petros, e precisa efetivamente expor o nosso plano a menos riscos. E isto é urgente. Não há mais margem de erro possível nem tranquilidade por parte dos participantes e assistidos”, disse Tedesco.

Clique aqui para ler o artigo de Tedesco e Sinedino na íntegra.

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