Rio de Janeiro,
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AEPET contra o uso político da Petrobrás

Data: 14/11/2014 
Autor: Rogério Lessa

Entre os suspeitos de participação no esquema criminoso de superfaturamento de contratos da Petrobras, para pagamento de propina a parlamentares e partidos políticos, que tiveram a prisão preventiva ou temporária expedida nesta sexta-feira (14) na sétima fase a Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), 20 são das maiores empreiteiras no país e dois subordinados ao doleiro Alberto Yousseff, preso desde março.

 

Os agentes apreenderam registros e livros contábeis, recibos, agendas, ordens de pagamento e documentos relacionamentos à manutenção e movimentação de contas no Brasil e no exterior. Foram apreendidos também HDs, laptops, pen drives, smartphones; agendas manuscritas e eletrônicas dos investigados.

 

Estão sob guarda a polícia arquivos eletrônicos com a contabilidade em meio digital das empreiteiras e documentos relacionados com a contratação das empresas de fachada investigadas, especialmente MO Consultoria, GDF Investimentos, RCI Software, Empreiteira Rigidez.

 

A AEPET lamenta profundamente as notícias de corrupção envolvendo contratos da Petrobrás e lembra que a Companhia possui 88 mil funcionários cuja marca consolidada no seio da sociedade brasileira tem a competência e a ética como pilares fundamentais. "Essas pessoas não podem ter sua trajetória manchada pelos maus atos de alguns, cujas nomeações políticas tiveram como objetivo principal contemplar a base aliada do governo e não a capacidade para exercer o cargo", frisa o vice-presidente da AEPET, Fernando Siqueira, acrescentando que todas as eventuais punições devem se extender também aos corruptores, e não apenas aos corruptos.

 

 


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