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Terminais da Transpetro elevam oferta de GNL

Data: 24/07/2014 

Desenvolvidos de forma pioneira pela Petrobras, os terminais de regaseificação de GNL começaram a operar em 2009 e hoje, com três terminais - Baía de Guanabara (RJ), Pecém (CE) e Bahia (BA) - já representam a segunda principal fonte em termos de capacidade instalada disponível no mercado. As três unidades somam 41 milhões de m³ por dia, acima dos 32 milhões de m³ por dia fornecidos pela Bolívia, e atrás apenas da produção nacional, que gira em torno de 45 milhões de m³ diários.

A demanda por GNL vem sendo puxada principalmente para a geração de energia elétrica. Nos três primeiros meses de 2014, esta foi a atividade que liderou a demanda pelo produto, com 46%. Outros 44,6% foram consumidos pela indústria, com os cerca de 10% restantes distribuídos em usos como automotivo, residencial e comercial.

“Esse investimento é estratégico porque nosso consumo supera em muito a capacidade de produção, mesmo considerando o gás que vem da Bolívia”, adverte o ex-deputado federal Ricardo Maranhão, ponderando que uma usina termelétrica demanda 2 milhões de m3 diários. “Nos terminais de regaseificação, operados pela Transpetro, os navios são conectados a gasodutos que levam o GNL ao consumidor”, explica Maranhão, que é conselheiro da AEPET.

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