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Intercâmbio é fundamental para avanço tecnológico

Data: 21/07/2014 

O primeiro poço exploratório perfurado pela Petrobrás no Pré-sal, em 2005, durou aproximadamente 15 meses e custou US$ 240 milhões. Com a incorporação de várias melhorias nos projetos dos poços, em materiais e procedimentos operacionais, os poços mais recentes vêm alcançando resultados cada vez melhores.
Em 2013, a média de duração entre o primeiro e último metro perfurados nos poços dos projetos de desenvolvimento da produção, em Lula e Sapinhoá, foi de 60 dias, a um custo de US$ 66 milhões.
Para o Engenheiro de Equipamentos Estellito Rangel Junior, além da capacidade dos técnicos da Petrobrás, esse bom desempenho deve ser creditado ao intercâmbio com outros players da indústria do petróleo. “É imprescindível a troca de know how, através de participação em eventos no exterior, por exemplo, pois lá fora estão muito avançados em pesquisa”, disse, observando que esta troca de conhecimentos não traz risco à política de conteúdo nacional, muito pelo contrário. “Uma coisa é a tecnologia, outra é colocá-la em prática, aí entra o conteúdo nacional, ou seja, os equipamentos que vão propiciar utilização dessa tecnologia”, disse o engenheiro, que se mostrou preocupado com os programas de demissão voluntária, que incentivam a saída de técnicos experientes.

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